Kikuyo (in memoriam)

Doce palavra que me traz à juventude…

Sutil ironia…

Vejo-te na graciosidade incontida de teus gestos…

Perplexo, diante do infinito que não houve…

Eternamente presente em tua ausência minha…

Estranho desencontro,

que nos preservou, a um só tempo, próximos e distantes…

Em um só momento, tão íntimos e estranhos…

Platonicamente irmãos…

Simplesmente amigos… nada mais…

por João Carlos Figueiredo Postado em Poemas