Zazen


Imóvel, fixo o olhar no vazio de minha vida…
Por instantes, cessa o fluxo indefinido do pensamento,
e encontro o Nada, Mu. Sou, finalmente, um vaso vazio!
Horas se passam em um segundo. Um lapso contém o Infinito!…
Eu e o Todo, um só Ser, Não-Ser…
Além da Vida, a Eternidade…
Somos, enfim, o Nada…
Zen…
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por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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