Transeuntes

Ausentes, silentes,
Rostos rebuscam o vazio,
Em face com a solidão…

Quem sois ? quem são ?
Olhares perdidos na imensidão
Do Infinito, da Turba, da Multidão !…

Rumores ressoam roucos,
Incompreensíveis…
Movem-se assim, como loucos…
Desvarios do coletivo inconsciente…

Que passa, enfim, nesse mundo,
Repleto de seres moventes,
Semoventes que não se vêem ?

Perdeu-se a causa primeira,
A Razão do Ser Vivente…
Somos, pois, tão-somente,
Transeuntes…
Desprovidos de Paixão…

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por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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