Sedução

Cá estou, de volta à minha solidão,
Pleno na angústia,
Repleto na insensatez,
Absolutamente dominado
Pelo vil objeto que me subjuga e corrompe !…

Sou, não estou !
E como poderia,
Se pouco ou nada resta a mim,
Senão saber-me assim,
Imobilizado pela dor
De ser escravo de tudo o que abomino…
… e, ardentemente, desejo ?!!!

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por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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