Nossos Mestres

Silentes seres inocentes,
Pacientes,
Testemunhas caladas da História.

Supomos neles não haver
Senão vida
Passiva,
Vegetativa,
Inconsciente,
Não inteligente…

Mas, dos Mestres, a Sabedoria,
Em sua humildade e solidão,
Neles se manifesta plenamente,
Complacente,
Suportando nossa crueldade:

Lentamente mutiladas,
Desfolhadas,
Dizimadas

Sem compaixão…
Belas árvores,
Contemplativos Mestres…

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por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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