Inimigo meu

Escrevo como quem se digladia,
Não por ofensa, que motivos não os tenho,
Nem por prazer, que a luta não é nobre,
Mas por defesa, pois só restam-me as palavras…

Armas, não possuo,
Com que possa defrontar-me ao inimigo,
Estranho desconhecido…
Permeando meus caminhos…
Perscrutando-me o destino…
Pervertendo meu sossego…
Alimentando a minha solidão.

Combato nas trincheiras de meu Ego,
A constatar que, na verdade,
Sou eu quem estou sempre a perseguir…

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por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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