Gruta Azul


Em tua intimidade penetro, lentamente…
Devora-me, em teu silêncio!
Extasiado, contemplo a vida em suspensão!…
Recônditos segredos revelam-se em meu ser…
Em tuas paredes ecoam sussurros imaginados…
Gotejas teu suor em nossas mentes…
Pura excitação e prazer!
Enfim, contemplo-me em teu espelho azul:
Sepulcral lagoa encantada!
Calo-me diante de tua majestade, ansiando pela eternidade!…
Mergulho, afinal, para sempre, em tuas águas abissais…
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por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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