…e Marx tinha razão…

A Vida não leva a nada,
Senão à Morte !

Não há Sorte, nem recompensas:
Promessas de Vida Eterna
Só foram boas para tua Igreja
E para o teu Patrão !

Pois quem suportaria tal privação,
Se não houvesse um Paraíso a lhe esperar ?

Mas não te iludas,
Teu sacrifício foi mesmo em vão !

Teu dízimo e teu rosário,
Tuas rezas, tuas promessas,
O relicário… o Santuário…
As missas, a procissão,
São pantomimas
A disfarçar tua infinita Solidão !
Por isso, eu te esconjuro,
Meu caro Irmão !

por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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