A quem fala o Poeta em seu pensar?

À sua amada, mote e razão do pensamento ?
À pena que conduz o sentimento ?
À branca folha, final destino de seu atormentado ser ?

Nem mesmo a si, talvez…

Pois mesmo assim, reflexivo e só, jamais encontraria eco à sua voz contida… muda expressão da vida, em seu silêncio eterno…
A quem destina, enfim, essa incontida solidão, senão amar-se o próprio sentimento, absoluto, imenso e, a um só tempo, fatal e derradeiro ?…

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por João Carlos Figueiredo Postado em Poesia

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