Sobre o Autor

João Carlos Figueiredo

Ambientalista, poeta, pensador, indigenista, espeleólogo, montanhista, mergulhador, fotógrafo, canoeiro e amante da Natureza, gosto da vida como ela é, repleta de surpresas e relacionamentos, às vezes complexos, outras, deliciosamente simples e diretos, como devem ser o amor e a amizade.
Aqui vocês encontrarão meus textos, pensamentos que se manifestaram e se foram nas noites mal dormidas, idéias que se propunham a remodelar o mundo em busca da Paz, da Justiça, da Virtude, da Solidariedade, da Beleza, da Bondade e do Amor.
Trago-lhes artigos, poemas, contos, crônicas, ensaios, livros e manifestações de minha alma instável e insatisfeita, questionamentos que me transformaram em um lutador sem glórias. Se agrado, não sei… talvez não, pois a maioria dos seres deste mundo prefere a indiferença, a hipocrisia e a falsidade, a leveza da ausência e da omissão, ao peso da consciência deste mundo, da responsabilidade social e do compromisso com a humanidade.
Mas sou assim e espero que entendam meu ponto de vista. Não precisam concordar com ele, mas respeitem-no assim como tento tolerar a falsidade humana em todas as suas manifestações contraditórias e mesquinhas.
Deixem seus comentários, suas críticas, e saberei também respeitá-los, desde que não haja ofensa nem maldade; apenas a intenção de me convencer de que existe uma alternativa, e o mundo prosseguirá em sua trajetória, a despeito do sórdido interesse em se dar bem quem prevalece nas sombras da omissão e da invisibilidade…

2 comentários em “Sobre o Autor

  1. Hoje tenho 74 anos e 8 meses… estou cansado, desprezado por aqueles a quem sempre cuidei com amor e carinho, e hoje me desprezam ou me ignoram… de fato, nessa idade, a memória se perde em conflitos de pensamentos confusos e desordenados… se o tempo passou depressa até há poucos anos, agora se acelera, sem que tenhamos tempo para aceitar esse processo de envelhecimento… quanto me resta para deixar esse mundo? Talvez alguns meses, quem sabe uns poucos anos, mas nada me consola na solidão de meu isolamento involuntário… provavelmente, até mesmo este portal, criado com tanto carinho e dedicação, e que contém toda minha produção literária (livros, contos, poemas e crônicas), depois de minha partida, seja abandonado por aqueles que disseram me amar… a vida é assim… efêmera como a pequena chama de uma vela, que se consome a si mesma para desaparecer no vazio da eternidade… por isso, esse é meu adeus, em minha inexorável solidão… adeus de mim mesmo…

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  2. A vida é uma sucessão de perdas e desencantos, na medida em que percorremos nossos caminhos, desde o nascer, crescer, envelhecer e se despedir desse mundo quando já não somos mais úteis à sociedade e aos nossos descendentes… assim como a vida se esvai com a velhice, as memórias também se perdem nos labirintos do passado…

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